A consulta sem choro.
Pais aliviados. Criança sorrindo. Nenhum trauma a construir.
Tratamento • Odontopediatria
A primeira ida da criança ao dentista decide a relação que ela terá com o cuidado da boca pelo resto da vida.

Quando levar
A primeira ida não é em resposta a um problema — é antes. Orientações da Sociedade Brasileira de Odontopediatria:
A maioria das primeiras consultas não envolve procedimento. É conversa, orientação e acolhimento.
Como atendemos
Nosso protocolo é pensado para que cada criança saia querendo voltar.
Conversa com os pais, criança explora o consultório. Sem procedimentos.
Quando a criança permite, exame clínico completo. Em bebês, no colo dos pais.
Escovação, fio dental, alimentação, chupeta. Tudo escrito, com fotos.
Técnicas atraumáticas sempre que possível. Anestesia com gel tópico prévio.
Visitas semestrais com avaliação, limpeza e flúor.
O que esperar
O resultado é visível 20 anos depois: adulto que vai ao dentista por iniciativa própria, escova sem cobrar.
A curto prazo: menos cárie, menos urgência, menos dor evitável. E criança que quer voltar.
Pais aliviados. Criança sorrindo. Nenhum trauma a construir.
A criança escova sozinha, com técnica, porque aprendeu na consulta.
Adolescente que vai sem reclamar — porque dentista nunca foi lugar ruim.
Investimento e tempo
Custo equivalente a consulta adulta. Procedimentos preventivos são rápidos e previsíveis.
Cada cárie evitada custa muito menos que cada cárie tratada.
Na primeira consulta, os pais saem entendendo o plano de cuidado com prazos e valores transparentes.
D\u00favidas frequentes
6 a 12 meses, ou após o primeiro dente. Não há "cedo demais".
Quem conduz este tratamento
Próximos passos
A primeira visita do seu filho ao dentista é uma decisão maior do que parece. Aqui, ela é planejada para começar bem.